domingo, 11 de novembro de 2007

Quem tem medo do liberalismo?

“Atirou em quem viu, acertou em quem não viu” o Claudio Shikida dá um show ao explicar este ditado. Em suma, ele mostra as distorções causadas pela intervenção estatal. Não me seguro, recomendo a leitura do livro: “Em terra de cego quem tem um olho é rei: usando a teoria econômica para explicar os ditados populares”. Sou cabotino, pelo menos neste momento, tenho um capítulo nele, o menos interessante, mas tenho.

Proteção à indústria infante? Isso é bom? Shikida diz que não e eu concordo com ele. Está na hora de debatermos o papel do estado na economia de uma forma séria, ou seja, sem à presença do senso comum. Os ingênuos estruturalistas achavam que se fechando para o mundo o país cresceria. Se fechando em uma estratégia de incentivo a indústria intensiva em mão-de-obra qualificada? Que maravilha! Mas o Brasil é intensivo em que mesmo? Daniel Lafetá disse que era em trabalho não-qualificado e ganhou o prêmio BNDES com isso. Vejamos, se o Brasil é intensivo em trabalho não-qualificado e os estruturalistas privilegiam o trabalho qualificado o que isso gera? Já sei: DESIGUALDADE! Anne Krueger estava certa!

Outro grande desvendador de mistérios é o Samuel Pessôa, ele lançou o paper: Por que o Brasil não Precisa de Política Industrial? E o bacana é que ele mostra as razões. Vejam aqui:

http://epge.fgv.br/portal/arquivo/2191.pdf

Recentemente em seu blog, o Gary Becker discute o papel da liberação comercial (vulgo globalização) na melhoria da distribuição de renda mundial. Becker, nós já discutimos isso para o Brasil e o fato é: a renda melhorou e muito com a abertura.

Por fim, a mensagem, nada subliminar, PRECISAMOS DE LIBERALISMO. Neste aspecto aproveito para divulgar o encontro liberal a ser realizado em Brasília nos dias 01 e 02 de dezembro. Mais informações no Blog do Adolfo Sachsida:

http://bdadolfo.blogspot.com/

Evoé Adolfo.

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