sábado, 31 de maio de 2008

Resultado do BNDES

Confesso que "queimei a língua". A avaliação das dissertações do BNDES levou em conta apenas o mérito dos trabalhos. Nada de viés teórico. Fiquei muito contente com isso, pois esperava o contrário. Me decepcionei com duas pessoas, mas elas não estavam na minha lista das possíveis decepções. Deixemos pra lá.

O que me deixou mais feliz foi que as dissertações que eu classifiquei como as cinco melhores foram, de fato, as escolhidas. Das cinco, quatro são de natureza ortodoxa. Jogos, eficiência, estrutura a termo da taxa de juros e mobilidade de renda.

Em breve o banco divulgará os nomes dos vencedores. A classificação foi: PUC-RJ, UFMG, USP, UFRJ, UFRGS.

quinta-feira, 29 de maio de 2008

Para os meus alunos de economia na UFRN

Vocês já ouviram falar de acumulação primitiva de capital? Isso mesmo, o capítulo final do livro I de Karl Marx (Recentemente, vi um professor muito orgulhoso de ter lido o Livro III. De fato, precisa-se de muito papel para botar essas porcarias, pensei.)

Continuo questionando, vocês já leram Celso Furtado; estudaram "microeconomia" a partir do escritos sagrados de Mario Possas (amém!!!); macroeconomia do IS-LM (com críticas, pois isso não é Keynes); ouviram professores defenderem o congelamento de preços como uma forma de conter a inflação (gente, isso não é mentira); ou a importância da plantação de mandioca em Tibaú do Norte, como uma forma de melhorar a situação dos agricultores.

E que tal a conversa que ouvi nos corredores, onde se destacava que o governo militar foi liberal (sim, liberal, pois neoliberal só FHC.) Ufa, cansei. É muita ciência. Pois bem, assim como todas essas baboseiras, vocês também já me ouviram falar sobre como deve ser o ensino da economia. Não é segredo para ninguém: devemos saber matemática, estatística e, por conseguinte, teoria econômica séria.

Eu sou o dono da verdade? Não, quem diz isso é o mercado. Duvidam? Então vejam o que o pessoal de uma das maiores escolas de economia está estudando. Com a palavra o Professor Laurini (cliquem aqui.)

Rio ao cubo

Estou indo hoje para o Rio de Janeiro. Finalmente terminaremos a avaliação das dissertações do prêmio BNDES. Suspeito que o meu ranking será muito diferente do dos demais. Explico: há um claro viés teórico na composição da banca e, de uma forma ou de outra, isto interfere na escolha das "melhores".

Tomara que eu esteja errado, pois não quero uma reunião longa. Contudo, não deixarei de emitir minha opinião, mesmo que solitária. No mais, vou doido para voltar logo.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Cenas do próximo capítulo

Depois da leitura das dissertações do prêmio BNDES, vêm 32 trabalhos da Anpec Ne.

Área 4 - Economia do Trabalho, Economia Social e Demografia
Marcio Veras (CAEN/UFCE)
Erik de Alencar Figueiredo (CME/UFRN)

Como sempre, erram meu nome. Entretanto, achei bem aristocrático "de Alencar...".

Na boa, vou ler muita bobagem...

sábado, 24 de maio de 2008

O fundo do ministro Manteiga

Não posso deixar de recomendar a leitura deste tópico:

NOVO FILME PORNÔ: "ENFIANDO TUDO NO FUNDO SOBERANO DO BRASIL"

Destaco esse trecho:

Esta é mais uma das minhas bandeiras reformistas: parar de torrar grana com departamentos de universidades públicas que não produzem porra nenhuma (na verdade produzem....más idéias). Em vez de financiar o IE da UFRJ e o IE da Unicamp, por exemplo, proponho o cancelamento de todas as bolsas de mestrado e doutorado destinadas a estas intituições. O dinheiro seria revertido aos centros de engenharia das respectivas universidades. Em vez de financiar as asneiras publicadas pelo pessoal do IPEA, proponho que todo o orçamento do IPEA seja revertido para o IMPA (Instituto de Matemática Pura e Aplicada) e para o CBPF (centro brasileiro de pesquisas físicas). Ah, mas vocês vão se perguntar...ele não disse nada em relação aos departamentos de ciências sociais. Bem, proponho que todos os departamentos de ciências sociais das universidades públicas sejam fechados sumariamente. A grana toda seria destinada à pesquisa médica, tratamento de crianças com câncer e outras coisas mais úteis. Quem quiser ficar defendendo o Fidel Castro, fumando maconha o dia inteiro e escrevendo asneiras em publicações de qualidade duvidosa, que vá fazer isso sem usar o dinheiro público.... Infelizmente, isso não vai acontecer. Vamos continuar financiando, com o suor de nossos impostos, gente como João Sicsu, Paulo Nogueira Batista, Emir Sader, Marilena Chauí, entre outros patetas...

Desigualdade de oportunidades: resultados para o Brasil

Já falei várias vezes sobre a desigualdade de oportunidades. Alguns leitores mostraram interesse no tema, destacando-se o Cristiano. Confesso que sua curiosidade serviu de estímulo para investigar o tema mais a fundo.

Em resumo, a literatura da desigualdade de oportunidades considera que as diferenças de renda só serão um problema social se elas forem frutos de níveis diferentes de oportunidades. Exemplificando: considerem duas pessoas que tiveram o mesmo padrão de vida, educação, raça, backgroud social, entre outras. Ao entrarem no mercado de trabalho, em ocupações similares, um decide se empenhar mais no seu ofício. Consequentemente, ele será mais rico. Dessa forma, a desigualdade entre eles não é um problema social, pois ela surge de uma escolha racional.

Do outro lado, se eles partiram de pontos diferentes, ou seja, as oportunidades de um são um subconjunto das oportunidades do outro, a desigualdade entre eles será um problema social (notem: não estou afirmando que deve haver compensação, essa é uma outra história.)

Pois bem, eu e o Flávio Ziegelmann acabamos de estimar o grau de desigualdade de oportunidades para o Brasil. Tivemos que realizar uma série de procedimentos na construção do banco de dados. Chegamos aos vetores de renda dos pais e dos filhos. Ou seja, consideramos como conjunto de oportunidades o nível de renda do pai do indivíduo. Logo, estamos dentro da literatura da mobilidade intergeracional. Em resumo, um pai pobre e um filho rico, denota um grau de esforço desse último. Aplicamos o Bivariate Kernel Density Estimation.

Os resultados não surpreendem. O Brasil apresenta um nível elevado de desigualdade. Vejam a figura: ela representa a estimativa não-paramétrica para a renda dos filhos condicionada a renda dos pais. A idéia é fixar o percentil de renda dos pais e observar a probabilidade do filho se encontrar no percentil inferior a um determinado p-th. Suponha que fixamos o percentil do pai em 75% e queremos ver a probabilidade do filho pertencer aos estratos inferiores a 25%. Neste sentido, em cada curva apresentada o percentil dos pais está fixado.

Fixamos um ponto na distribuição, eixo x, onde a renda relativa é igual a 1. Assim, observamos quanto o indivíduo deve se esforçar, em cada percentil, para atinguir esse nível de renda. A curva mais alta corresponde aos pais pertencentes aos 5% mais pobres. A mais baixa são os 5% mais ricos. (Essa afirmação é possível dada uma estrutura axiomática, infelizmente não dá pra apresentá-la aqui.)

Note que os que tem pais pertencentes aos 5% mais ricos, precisam de algo em torno de 18% de esforço para atingir o nível médio de renda. Já os 5% mais pobres precisam de que aproximadamente 70% de esforço para chegar nesse patamar.

Os resultados vão além disso, em breve disponibilizarei o paper aqui.

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Cada um no seu quadrado

No Brasil Cazuza e Renato Russo são poetas, fazer o quê? Certa vez uma pessoa me disse: "Ninguem fala melhor de amor do que Djavan". De fato, suas rimas são maravilhosas. Que tal aquela que diz: (...) Quando chove ou quando faz frio/ Noutro plano, te devoraria tal Caetano a Leonardo DiCaprio". Que coisa linda! Frio e Caprio. Só um gênio escreveria isso e só outro reconheceria o mérito.

Pois bem, pergunto: qual a diferença dessa linda letra e a fantástica música do quadrado: "Ado-AAdo, cada um no seu quadrado". Ouçam aqui.

Por essas e outras que eu continuo a cantar: "cada um no seu quadrado, cada um no seu quadrado..."

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Futebol de Verdade



Ontem vi a final da Champions League. Na boa, aquilo é que é futebol de verdade. Torci pelo Chelsea mas, infelizmente, não deu. Este não é o ano dos azuis. O Atlético de Cajazeiras, o Trovão Azul do Sertão, caiu para a segunda divisão do Paraibano.

Aliás, torci pelo Chelsea, porque esse time lembra o saudoso esquadrão Atleticano de 1968: Dedé de Baeta no gol; na zaga Binha, Mororó, Chico de Artemizia e Nenê Pernada; O meio composto por Dêna de Pedro de Zé Caica, Severino João, Tilápia e Ton Anão; O ataque com Zé Zaroio e Calango. Bons tempos...

P.S.: Na foto, cenas do Jogo Atlético e ABC em Natal.

domingo, 18 de maio de 2008

Leitura de final de noite

Separei o seguinte texto como leitura de final de noite:

A neoclassical analysis of the Brazilian "Lost Decades" - Flávia Graminho

A autora destaca que os choques de produtividade foram os grandes responsáveis pelos comportamentos do produto e consumo na década de 1980 e início dos anos noventa. O aumento da intervenção no mercado de trabalho, via constituição de 1988, também é destacado.

Destaco, em sua conclusão, a seguinte frase:

The creation of public companies and other distortionary governement policies may also have drivem down the produtivity of the whole economy, enabling less efficient firms to in business (p. 27).


Esta consideração, embora clara, parece não ter entrado na cabeça de nossos governantes. Duvidam? Vejam a idéia do presidente da república aqui.

sábado, 17 de maio de 2008

Inspiração convergindo pra zero

Uma senama tentando escrever um introdução para um paper e nada. Se estivesse usando papel, já teria matado uns dez ambientalistas do coração. O lance é que não consigo expressar com clareza o objetivo. Na verdade estou sem saco pra escrever. Inspiração convergindo pra zero.

Para relaxar uma banda bem fodona: Led Zeppelin. O paper pode esperar.

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Indicação da SBE

A Sociedade Brasileira de Econometria está discutindo a indicação dos representantes de área do CNPq. Foram apresentados aos sócios os nomes de:

Emerson Marinho (CAEN/UFC);
Mauro Borges Lemos (UFMG);
Pedro Valls Pereira (IBMEC/SP).

Me manifestei contra a indicação do Mauro Borges Lemos.

Homenagem


Homenagem ao meu amigo José Luis, o doutor mais fresquinho do Rio Grande do Sul (defendeu a tese hoje, não sejam maldosos). O Zé estuda processos migratórios a um bom tempo (9 anos para ser exato).

Na sua tese ele discute algumas características relacionadas às mobilidades educacional e de renda dos migrantes, entre outras coisas. Seus resultados põem em xeque a hipótese de que estes indivíduos são selecionados. Ou seja, que a migração gera um processo divergente na rendas per capitas regionais, pois os migrantes são mais hábeis do que a população de sua área de origem.

Lógico que seu trabalho vai além dessa conclusão. Certamente estes resultados serão publicados em breve. Um brinde camarada.

Nílton Santos


Nílton Santos dispensa apresentações. Hoje ele completa mais um ano de vida, infelizmente, lutando contra uma doença degenerativa (Mal de Alzheimer).

Além de grande jogador, Nílton teve e tem duas coisas muito em falta no meio futebolístico (corrigindo, na sociedade como um todo): Caráter e dignidade.

quarta-feira, 14 de maio de 2008

Relação de confiança

Vou cometer um deslize, por isso, peço desculpas antecipadamente.

No início da semana o editor de uma revista nacional solicitou minha opinião sobre um determinado artigo. Aceitei a tarefa. Contudo, ao ler o paper, "reconheci" o autor. Por curiosidade, ou sei lá o que, entrei em seu curriculum Lattes. Para minha decepção, vi que o autor já colocara o paper como "aceito para publicação em 2008". Ora, eu sou um dos avaliadores e nem dei meu parecer, como pode?

O problema é que este não é um caso isolado. Infelizmente, os pesquisadores estão "maquiando" seu curriculos para enganar a famosa Data Capes (sobrevivência dos centros de pós-graduação) e/ou receber bolsa de produtividade.

Não está na hora de uma fiscalização mais séria? Pelo que vejo, a relação baseada na confiança não está surtindo efeito.

Outro camarada

Mais um amigo defenderá a tese essa semana. Agora é o mestre José Luis:

16.05.08 :: DEFESA PÚBLICA DE TESE
Postado em 30/4/2008

Aos Professores e Alunos,

O Programa de Pós-Graduação em Economia tem a satisfação de convidar a Comunidade Universitária para assistir a Defesa Pública de Tese, como segue:

Aluno: JOSÉ LUIS DA SILVA NETTO JUNIOR
Dia: 16/05/2008 - 6a. Feira
Horário: 13h
Local: Sala 35 da FCE

Título: Desigualdade Regional de Renda e Migrações: Mobilidade Intergeracional Educacional e Intrageracional de Renda no Brasil

Orientador: Prof. Dr. Sabino da Silva Porto Júnior

Comissão Examinadora: Adelar Fochezatto (PUC/RS), André da Silva Pereira (UPF) e Paulo Dabdab Waquil (UFRGS).

Boa sorte, seu Zé.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Ajudar ou não?

Pego uma carona no comentário do Aldolfo Sachsida sobre a ajuda a Myanmar (Birmânia). De acordo com ele, não devemos ajudar a esse país, mesmo diante de uma catástrofe. A razão é simples, essa ajuda só fortalecará o seu regime ditatorial.

O post me fez lembrar do pesquisador queniano James Shikwati. Ele ficou famoso por afirmar que não devemos ajudar a Africa. Seu argumento é similar ao do Adolfo: "as doações para fins humanitários dos países ricos impedem a África de se firmar por conta própria."

Para Shikwati somente a livre concorrência poderá tirar a Africa de seu nível de pobreza. (Vejam uma entrevista com o economista aqui.)

domingo, 11 de maio de 2008

F1

A F1 é meu esporte predileto! Contudo, é sofrível assistir as transmissões pela Globo. O viés do Galvão e Cia é insuportável. Ainda por cima, tem um camarada de terceira categoria chamado Luciano Burti. Esse cara chega a torcer para que os pilotos batam, só para o Felipe Massa ter uma vitória tranqüila. Um exemplo de esportividade!

Na fantástica ultrapassagem de Hamilton sobre Massa, Galvão disse: "O Felipe permitiu que o inglês passase". Ora, que se ferre o Felipe, o hino nacional, o tema da vitória e tudo mais ... O Hamilton é um piloto de primeira categoria. A equipe da Globo e o Massa são de quinta.

sábado, 10 de maio de 2008

Another day

Depois de um dia pra lá de bom, nada como uma boa cerva gelada e boa música. Hoje deu vontade de escutar o mestre Paul McCartney, "Another day" para entrar na madrugada...

Econometria de primeira

A Fundação Getúlio Vargas organizará o primeiro Forecasting in Rio, de 29 a 31 de julho. O evento contará com a presença de grandes pesquisadores como: Francis Diebold, Graham Elliott, John Geweke, Eric Ghysels, Roger Koenker, Oliver Linton, entre outros.
Vale a pena dar uma conferida.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

A mancada do ano e a BANDIDA que virou Santa


O prêmio "mancada do ano" vai para o Senador norte-riograndense Agripino Maia. A oposição brasileira é uma piada. Falar sobre a mentiras que a Dilma Rousseff contou na época da ditadura foi como deixar a bola quicando na frente do gol. Acho que a Dilma vibrou com a pergunta infame.

Contudo, pior do que ser imbecil é cultuar bandidos. Ora, quem foi a Dilma Rousseff? Ela foi um terrorista que participou da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados da década de 60. Entre os seus "feitos" está o roubo do cofre do governador paulista Adhemar de Barros em 18 de julho de 1969.

Ela foi presa, tadinha, só porque pegou em armas e assaltou? Que injustiça! Afinal, o que importa são os fins, não os meios. Quando falam em julgamento dos militares, penso que isso poderia ser estendido aos guerrilheiros, por que não? Todos não são bandidos?

Lembrem-se, temos uma lista extensa deles no governo e/ou poder: José Dirceu (que já saiu???), Franklin Martins, José Genuino (O que fazia parte do mensalão e o seu irmão tinha um acessor que carregava dólar na cueca), Fernando Gabeira ...

quarta-feira, 7 de maio de 2008

Mais um

O meu amigo Edilean defenderá sua tese amanhã. Detalhes abaixo:

Aluno: EDILEAN KLEBER DA SILVA BEJARANO ARAGÓN
Dia: 08/05/2008 - 5a. feira
Horário: 10 horas
Local: Sala 31A da FCE

Título: Três Ensaios sobre Política Monetária no Brasil: Assimetrias nos Efeitos Reais de Choques Monetários, Preferências do Banco Central e Regras Monetárias Ótimas
Orientador: Prof. Dr. Marcelo Savino Portugal

Comissão Examinadora: Márcio Holland de Brito (FGV/SP), Sinézio Fernandes Maia (UFPB) e Roberto Camps de Moraes (UNISINOS)

Infelizmente não estarei presente. Contudo, o blog está aqui dando as boas vindas ao novo doutor. Nessas horas que antecedem a defesa, nada como o conselho do mestre Yoda: ter calma preciso é.

terça-feira, 6 de maio de 2008

Ignorância

Recebi ontem o livro "Markov Chain Monte Carlo: Stochastic Simulation for Bayesian Inference" do Dani Gamerman e Hedibert Lopes. A leitura dos capítulos iniciais revelou toda a minha ignorância.

Coincidentemente o marcador de páginas que o acompanha possui a seguinte frase:

Não sou jovem o suficiente para saber tudo --- Oscar Wilde.


Ela reflete bem o sentimento daqueles que, como eu, sabem do tamanho de sua limitação frente ao conhecimento, mesmo que específico, de sua área de atuação. Freqüentemente vejo o professor Laurini destacando a preocupação em se aprimorar em sua área de pesquisa. Isso é inspirador!

Que mais livros venham me mostrar o quanto tenho que aprender.

quinta-feira, 1 de maio de 2008

Erik Bar


A Fundação Pé de Porco lançou um grande empreendimento recentemente. Trata-se da mega plus a mais Pé de Porco Towers (cliquem aqui). Diante desse estímulo e sob o financiamento público do PAC a "Erik Corporation" apresenta o seu mais novo sucesso. Se trata-se do internacional "Erik Bar".

Localizado na praça mais movimentada de Conceição - PB, contando com um ambiente familiar (até as 20:00 hs, pelo menos). Servimos o delicioso frango apaixonado que, acompanhado com chachaça, já proporcionou inúmeros casórios na cidade. Contribuindo, portanto, para o aumento da mão-de-obra nacional. (obs: após os 15 anos, essa mão-de-obra é exportada para São Paulo, ajudando no desenvolvimento de nossa grande metrópole brasileira).

Se passarem por Conceição, seja a passeio ou a negócios, não esqueçam de saborear o nosso frango e nossa pinga especial (51 de Pirassununga).

P.S.: Esse de preto, lendo alguma coisa, é o dono do Bar. Ou seja, Eu. Não estava bêbado no momento.