Concordo com a Dilma Rousseff quando ela afirma que "os crimes de tortura são imprescritíveis". Lógico que ela se refere à época da ditadura. (Leiam aqui.)
Contudo, outros crimes também devem ser encarados da mesma forma. A própria ministra, como já destaquei aqui, cometeu os seus. (A mancada do ano e a bandida que virou santa.)
A Dilma foi um terrorista que participou da Vanguarda Armada Revolucionária Palmares, a VAR-Palmares, um dos principais grupos armados da década de 60.
Se os militares devem ser julgados, os terroristas e guerrilheiros também devem.
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