segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Um "não" como estímulo

Costumo criar posts sempre que tenho um paper aceito em congressos e, principalmente, em revistas. Contudo, a rejeição de um artigo faz parte do processo [O que eu acabo de falar é óbvio, mas é bom destacar]. Nesta última semana recebi um parecer desfavorável da Estudos Econômicos. Sentei com o co-autor e verificamos que o artigo pode ser melhorado significativamente. Resultado? Passei a tarde simulando e dei início a uma grande reformulação no texto original.

Moral da história: uma rejeição bem fundamentada pode dar início a construção de uma pesquisa mais sólida. Acredito que isso está acontecendo agora.

Nossas novas questões centrais são: a adoção de
diferentes escalas de equivalência mudaria o sentido das mudanças recentes
na desigualdade e na pobreza no país? E mais, elas afetariam as comparações
inter-regionais do nível de desigualdade e pobreza?

Os resultados preliminares apontam para uma resposta afirmativa em ambos os casos. Porém, os resultados definitivos só sairão no final da semana.

Um comentário:

Anônimo disse...

prezado Erik

já fui debatedor de um paper teu junto com jacinto na anpec sul de 2008, naquele momento era mestrando, não contribui muito para seu paper. Vejo que vc tem uma vasta produção científica em uma determininada linha em poucos anos vc será um dos lideres em distribuição de renda, estatística não parametrica.
Sabado recebi um parecer favorável da Economia E Sociedade não é a revista dos meus sonhos mas é meu primeiro paper do time B2, tem mais 3: um economia aplicada, REP e Estudos Econômicos. Me espelho muito em vc, no Laurini e no Cristiano da UFRGS, ao qual tenho uma amizade sempre falo com ele nas anpecs regionais jovens doutores que estão com todo Gás. Quero fazer boas pulicações no doutorado para poder passar em um concurso de uma universidade que proporcione um ambiente de sinergia entre os pares.

Parabéns pela humildade, pois acredito que como todo pesquisador q desgastou um tempo no paper vc deve ter ficado chateado, mas outros favoráveis virão.

Anderson
Doutorando Economia Unb.