Dois dias apanhando do software Gauss.
Hoje consegui vencer.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Novas (velhas) leituras
Minha nova pesquisa me fez resgatar velhas (e inacabadas) leituras. Os livros do Lee, Judge e Zelner [1977]:
Estimating the parameters of the Markov probability model from aggregate time series data
e do Golan, Judge e Miller [1996]
Maximum entropy econometrics
são os destaques desse meu novo esforço.
Assim como os livros citados no post anterior, eles estavam guardados na minha estante. Entretanto, eles não serão doados, tampouco queimados numa fogueira.
Estimating the parameters of the Markov probability model from aggregate time series data
e do Golan, Judge e Miller [1996]
Maximum entropy econometrics
são os destaques desse meu novo esforço.
Assim como os livros citados no post anterior, eles estavam guardados na minha estante. Entretanto, eles não serão doados, tampouco queimados numa fogueira.
Maldade com o mundo
Separei dois livros. Apesar de pequenos, eles não eram mais bem-vindos em minha estante. Tratavam-se de "O longo amanhecer"" e "O capitalismo global", ambos de Celso Furtado.
Tinham duas opções: queimar ou doar para a biblioteca. Dado que estou com pensamentos destrutivos, resolvi doá-los para a setorial do CCSA da UFPB. Decididamente as cinzas são mais inofensivas.
Tinham duas opções: queimar ou doar para a biblioteca. Dado que estou com pensamentos destrutivos, resolvi doá-los para a setorial do CCSA da UFPB. Decididamente as cinzas são mais inofensivas.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Para o seu professor de macroeconomia
Em seu departamento tem um professor de macroeconomia que critica fortemente os modelos macroeconômicos neo-clássicos (com hífen)?
Ele os acusa de não-realistas, dado que os agentes comem capital? Que determinada hipótese não é keynesiana, pois não está nos escritos sagrados de Keynes? Manda os últimos textos jornalísticos do Stiglitz e do Krugman, destacando: vejam o que o prêmio Nobel, desiludido com a teoria econômica dominante, falou?
Bem, sei que isso é um artigo raro no Brasil, mas caso ele exista, peça para ele ler este post do Cristiano Costa (AQUI).
Lá seu amigo verá que (reproduzindo):
1) Macroeconomistas não ignoram heterogeneidades;
2) Macroeconomistas não ignoram fricções;
3) Modelos macroeconômicos não ignoram possíveis limitações de racionalidade;
4) Modelos macroeconômicos incorporam o papel de políticas públicas;
5) Macroeconomistas usam calibração e econometria;
6) A separação água doce vs. água salgada não existe mais;
7) As pesquisas têm se concentrado mais nas conseqüências dos choques do que nas suas causas;
8) Modelos com mercados financeiros e bancos ainda estão em desenvolvimento;
9) Macroeconomia é mais matemática e menos conversa;
10) Os livros de Princípios Básicos de Macroeconomia não representam bem a área.
Ele os acusa de não-realistas, dado que os agentes comem capital? Que determinada hipótese não é keynesiana, pois não está nos escritos sagrados de Keynes? Manda os últimos textos jornalísticos do Stiglitz e do Krugman, destacando: vejam o que o prêmio Nobel, desiludido com a teoria econômica dominante, falou?
Bem, sei que isso é um artigo raro no Brasil, mas caso ele exista, peça para ele ler este post do Cristiano Costa (AQUI).
Lá seu amigo verá que (reproduzindo):
1) Macroeconomistas não ignoram heterogeneidades;
2) Macroeconomistas não ignoram fricções;
3) Modelos macroeconômicos não ignoram possíveis limitações de racionalidade;
4) Modelos macroeconômicos incorporam o papel de políticas públicas;
5) Macroeconomistas usam calibração e econometria;
6) A separação água doce vs. água salgada não existe mais;
7) As pesquisas têm se concentrado mais nas conseqüências dos choques do que nas suas causas;
8) Modelos com mercados financeiros e bancos ainda estão em desenvolvimento;
9) Macroeconomia é mais matemática e menos conversa;
10) Os livros de Princípios Básicos de Macroeconomia não representam bem a área.
Momento cultural
O quadro "momento cultural" estréia hoje.
Nada como o Frankito Lopes (o índio apaixonado) para dar o ponta-pé inicial:
Nada como o Frankito Lopes (o índio apaixonado) para dar o ponta-pé inicial:
quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Cofres públicos
Enquanto todos se preocupam com Zelaya, os parasitas do Senado propõem aumento dos seus salários.
Mais 7.700
Sempre que o Congresso trabalha, principalmente durante a madrugada, o país padece. A bola da vez é a aprovação de mais 7.700 parasitas nas câmaras de vereadores. (AQUI)
Agora só a OAB poderá nos ajudar.
Agora só a OAB poderá nos ajudar.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
domingo, 20 de setembro de 2009
Vamos destruir as escolas
Peguei essa nos comentários de um post no Selva:
Doutora da Unicamp defende depredação da escola
- Depredar como forma legítima de criticar -
Resumindo: num tá gostando da escola e do professor, maluco? Quebra tudo véio!
Doutora da Unicamp defende depredação da escola
- Depredar como forma legítima de criticar -
Resumindo: num tá gostando da escola e do professor, maluco? Quebra tudo véio!
Reflexão
Os "Anônimos" são uma festa! Um dia desses um deles falou poucas e boas sobre eu e o Cláudio Shikida. Dois dias depois eu descobri seu nome, lattes, faculdade onde ele faz doutorado (um salve para o Planalto Central), só faltou o CPF. Agora me deparo com outro argumento anônimo, porém mais educado. A irritação surgiu de uma ironia referente ao serviço prestado pelo Banco do Brasil (sempre que falo do setor público recebo críticas pesadas).
Confesso meus argumentos não foram nada técnicos, mas o contra-argumento foi bem pior. Vejamos:
Ok, ok, então também vamos colocar uma parede nos caixas eletrônicos?
Mas e as letrinhas? Como vou saber se tem 15 na minha frente, em minha letra, e mais 5 na outra letra e .... e... Peraí, volto a este ponto mais à frente.
Hum, verdade! Então o sistema de letrinhas não foi feito para esses agricultores? Será que eles vão entender? O cidadão do computador poderia nos servir um cafezinho, ou seria ineficiente tirá-lo do atendimento aos trabalhadores? Aliás, que tal colocar um desses caras em cada caixa eletrônico? O sindicato dos bancários iria adorar!
Não, não. eu como classe dominante, desconhecedor da realidade e a favor de um índice de Gini mais próximo de UM, não quero entrar nesse debate.
Obrigado! Para você também. Estou refletindo nesse momento. Aliás a cerveja está geladíssima...
Confesso meus argumentos não foram nada técnicos, mas o contra-argumento foi bem pior. Vejamos:
Primeiramente, tal medida de separar caixa do público que espera, foi tomada para combater o assalto conhecido como saidinha de banco, só fica no ambiente do caixa quem estiver sendo atendido.
Ok, ok, então também vamos colocar uma parede nos caixas eletrônicos?
Segundo, as letrinhas das fixas, são a denominação simplificada da transação que você foi realizar no banco, e os números refletem a ordem de atendimento (subtrai o número da sua fixa do que aparece no monitor e saberá quantos estão na sua frente).
Mas e as letrinhas? Como vou saber se tem 15 na minha frente, em minha letra, e mais 5 na outra letra e .... e... Peraí, volto a este ponto mais à frente.
Terceiro, a pessoa ao lado da tal maquininha de imprimir senha, são para orientar senhores e senhoras não dotados de conhecimento (com pouco estudo) para quem a tecnologia é algo estranho, como por exemplo, um agricultor que de estudo só sabe assinar e as contas que necessita. Isso reflete os "Brasis" que temos em uma única nação, aqueles que conta nos dedos quantas vezes foi ao banco, porque tem internet, palmtops, celulares, cartões, etc. e aqueles que têm como instrumento para ganhar a vida a enchada, a vassoura da faxina, etc., que não sabem manipular maquinas com monitores touch screens responsáveis pela impressão das fixas, mediante a opção de atendimento escolhida na tela.
Hum, verdade! Então o sistema de letrinhas não foi feito para esses agricultores? Será que eles vão entender? O cidadão do computador poderia nos servir um cafezinho, ou seria ineficiente tirá-lo do atendimento aos trabalhadores? Aliás, que tal colocar um desses caras em cada caixa eletrônico? O sindicato dos bancários iria adorar!
Assim, antes de ironias procuremos conhecer o entorno em que vivemos!Bem como, trabalhar para modificar as disparidades!
Não, não. eu como classe dominante, desconhecedor da realidade e a favor de um índice de Gini mais próximo de UM, não quero entrar nesse debate.
Bom final de semana a todos!
Boa reflexão!
P.s.: Esperamos ver publicado
Desde já agradecemos!
Obrigado! Para você também. Estou refletindo nesse momento. Aliás a cerveja está geladíssima...
sábado, 19 de setembro de 2009
Novas compras
quinta-feira, 17 de setembro de 2009
Afastamento
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
quarta-feira, 9 de setembro de 2009
Tecnologia made in Brazil
A agência do Banco do Brasil da UFPB inovou no sistema de atendimento. ao entrar na agência nos deparamos com um funcionário, cuja função é entregar uma senha para o atendimento. Isso mesmo, um computador e um funcionário são alocados na nobre função de distribuir senhas.
As senhas recebem uma combinação de letras e números. Os caixas ficam atras de uma parede de acrílico e gritam: P234...P234??? C178 ... R450, R450 está aí?
Ou seja, você não tem noção de quantas pessoas estão à sua frente. Coisa fina!
Dizem que este serviço será importado para a França (por isso o anãozinho da Carla Bruni estava aqui no dia 07). A unica coisa que está pegando é se nós transferiremos ou não a tecnologia ...
O que o senhor deseja? Efetuar um depósito? Aqui sua senha.
As senhas recebem uma combinação de letras e números. Os caixas ficam atras de uma parede de acrílico e gritam: P234...P234??? C178 ... R450, R450 está aí?
Ou seja, você não tem noção de quantas pessoas estão à sua frente. Coisa fina!
Dizem que este serviço será importado para a França (por isso o anãozinho da Carla Bruni estava aqui no dia 07). A unica coisa que está pegando é se nós transferiremos ou não a tecnologia ...
Plágio na academia
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Torcer ou não
O Mauro Cezar Pereira levanta uma questão interessante: "Ninguém é mais, ou menos, brasileiro por torcer, ou não, pela seleção da CBF". Destaco:
Este post remete a uma discussão antiga: as pessoas devem, necessariamente, torcer para as equipes locais? Ou seja, os paraibanos são obrigados a vibrar com o Auto-esporte, Treze, Campinense, Atlético de Cajazeiras (meu time de coração) ou Nacional de Patos? A resposta é: NÃO!
E isso pode ser estendido a diversas áreas. Por exemplo, por ser sertanejo devo ouvir forró e amar esse estilo musical? Seria um crime ouvir Jazz e admirar as obras de Coltrane e Miles?
As pessoas possuem preferências como características primitivas e estas preferências incidem sobre um conjunto de opções (bens, músicas ou times de futebol). Lembro-me de minha infância em Conceição (interior da Paraíba). Após as 19:00 hs a rádio Globo do Rio de Janeiro possuía um sinal límpido, como se estivéssemos em Copacabana (sacanagens a parte). Contudo, os jornais locais e as rádios da capital do Estado, ou de Campina Grande nem apareciam em nosso dial. Sem contar a televisão que, sem a programação local, transmitia os jornais do Rio e de São Paulo. Diante disso, como posso condenar um garoto da cidade por ele torcer para o Vasco da Gama?
A propósito, na Copa do Mundo de futebol de 1990 torci pela Holanda de Marco van Basten e Ruud Gullit. Em 1994 torci por Romário e Bebeto. Em 1998 estava bêbado demais para torcer por alguém. Em 2002 torci contra o Felipão. Em 2006 vibrei com o Henry. Já em 2010 ... Daqui pra lá eu largo esse vício chamado futebol.
Quando começa uma corrida de Fórmula 1, você torce para que os principais adversários dos pilotos brasileiros batam e saiam da prova? E neste período de eliminatórias em fase decisiva, "seca" os maiores rivais da seleção da CBF?
Cada um tem o direito de torcer por quem bem entender, e obviamente "secar" os rivais mais odiados. É natural que brasileiros se divirtam com fiascos argentinos, e vice-versa. Mas como diria certo repórter, "me inclua fora dessa".
Este post remete a uma discussão antiga: as pessoas devem, necessariamente, torcer para as equipes locais? Ou seja, os paraibanos são obrigados a vibrar com o Auto-esporte, Treze, Campinense, Atlético de Cajazeiras (meu time de coração) ou Nacional de Patos? A resposta é: NÃO!
E isso pode ser estendido a diversas áreas. Por exemplo, por ser sertanejo devo ouvir forró e amar esse estilo musical? Seria um crime ouvir Jazz e admirar as obras de Coltrane e Miles?
As pessoas possuem preferências como características primitivas e estas preferências incidem sobre um conjunto de opções (bens, músicas ou times de futebol). Lembro-me de minha infância em Conceição (interior da Paraíba). Após as 19:00 hs a rádio Globo do Rio de Janeiro possuía um sinal límpido, como se estivéssemos em Copacabana (sacanagens a parte). Contudo, os jornais locais e as rádios da capital do Estado, ou de Campina Grande nem apareciam em nosso dial. Sem contar a televisão que, sem a programação local, transmitia os jornais do Rio e de São Paulo. Diante disso, como posso condenar um garoto da cidade por ele torcer para o Vasco da Gama?
A propósito, na Copa do Mundo de futebol de 1990 torci pela Holanda de Marco van Basten e Ruud Gullit. Em 1994 torci por Romário e Bebeto. Em 1998 estava bêbado demais para torcer por alguém. Em 2002 torci contra o Felipão. Em 2006 vibrei com o Henry. Já em 2010 ... Daqui pra lá eu largo esse vício chamado futebol.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
Um "não" como estímulo
Costumo criar posts sempre que tenho um paper aceito em congressos e, principalmente, em revistas. Contudo, a rejeição de um artigo faz parte do processo [O que eu acabo de falar é óbvio, mas é bom destacar]. Nesta última semana recebi um parecer desfavorável da Estudos Econômicos. Sentei com o co-autor e verificamos que o artigo pode ser melhorado significativamente. Resultado? Passei a tarde simulando e dei início a uma grande reformulação no texto original.
Moral da história: uma rejeição bem fundamentada pode dar início a construção de uma pesquisa mais sólida. Acredito que isso está acontecendo agora.
Nossas novas questões centrais são: a adoção de
diferentes escalas de equivalência mudaria o sentido das mudanças recentes
na desigualdade e na pobreza no país? E mais, elas afetariam as comparações
inter-regionais do nível de desigualdade e pobreza?
Os resultados preliminares apontam para uma resposta afirmativa em ambos os casos. Porém, os resultados definitivos só sairão no final da semana.
Moral da história: uma rejeição bem fundamentada pode dar início a construção de uma pesquisa mais sólida. Acredito que isso está acontecendo agora.
Nossas novas questões centrais são: a adoção de
diferentes escalas de equivalência mudaria o sentido das mudanças recentes
na desigualdade e na pobreza no país? E mais, elas afetariam as comparações
inter-regionais do nível de desigualdade e pobreza?
Os resultados preliminares apontam para uma resposta afirmativa em ambos os casos. Porém, os resultados definitivos só sairão no final da semana.
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Sob a Lupa do Economista
Livro usa bruxaria, Harry Potter e Sharon Stone para explicar economia
'Sob a Lupa do Economista' conta histórias curiosas sob a ótica econômica.
Entre os conceitos debatidos estão preços, inflação e ajuda humanitária.
Direto do portal G1.
'Sob a Lupa do Economista' conta histórias curiosas sob a ótica econômica.
Entre os conceitos debatidos estão preços, inflação e ajuda humanitária.
Direto do portal G1.
Semana
Minha visita no mestrado de matemática e estatística aplicada rendeu bons frutos. Firmei boas parcerias e já estamos desenvolvendo algumas idéias.
O seminário contou com uma grande presença de professores e alunos de graduação e pós-graduação. Outro ponto menor é que vou migrar do TeX para o LaTeX. Enfim, só tenho a agradecer por esta experiência.
O seminário contou com uma grande presença de professores e alunos de graduação e pós-graduação. Outro ponto menor é que vou migrar do TeX para o LaTeX. Enfim, só tenho a agradecer por esta experiência.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Seminário
Todos estão convidados:
Ciclo de Seminario de Estatística
"Tópicos em Economia Aplicada"
Erik Figueiredo
Dia 03/09, quinta feira, às 14h00, na sala de Seminários do Departamento de Estatística (DEST).
Ciclo de Seminario de Estatística
"Tópicos em Economia Aplicada"
Erik Figueiredo
Dia 03/09, quinta feira, às 14h00, na sala de Seminários do Departamento de Estatística (DEST).
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