quarta-feira, 30 de junho de 2010

1 não é primo

Estou trabalhando para montar o curso de nivelamento em estatística do Minter com o IFRN. A coisa será bem intensiva na próxima semana. Selecionando alguns exemplos me deparo com o exercício 2.23 do Hoffmann [Hoffmann, R. (2006). Estatística para economistas. 4ª Ed., São Paulo: Thomson]. Vou resumir a idéia da questão:

Dois dados são lançados, um azul e um branco. Defina os eventos:

A = sair um valor primo no dado azul;
B = a soma dos resultados é um número primo;
C = sair um valor par no dado azul;
D = a soma dos resultados é par.

Determine P(A), P(B), P(C), P(D), P(B/A), P(D/C) e P(D/B). A e B são independentes? C e D são independentes?

Até aí tudo bem! Porém, na resolução observo que o autor considerou o número 1 como primo.

Os números primos são uma das coisas mais fascinantes na matemática (inicie a leitura AQUI). No livro "O último teorema de Fermat" Simon Singh destaca o fascínio que os primos exercem sobre os pesquisadores e as suas diversas aplicações práticas, entre eles na criptografia.

Um livro destinado apenas a esse assunto é "A música dos números primos" de Marcus du Sautoy. Ainda não li, mas está em minha lista de desejos.

Enfim, perdi o fio da meada. O que eu queria dizer é que 1 não é primo, Hoffmann.

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