quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Pró-pobre

O computador trabalha a todo vapor.
Estou estimando os testes para o crescimento pró-pobre brasileiro. São quatro períodos e diversas desagregações: por escalas de equivalência, composição da família, rural, urbano, regiões e estados. Resultado: um amontoado de curvas para os testes primal e dual de primeira ordem e, por vezes, os testes de segunda ordem.

É curva que não acaba mais.

Resumo dos resultados: a) para o Brasil o período de 1987 a 1993 é não pró-pobre; b) já de 1993 a 1999 e de 1999 a 2007 temos um crescimento pró-pobre; c) os testes não se alteram se trocarmos as escalas de equivalência, ou seja, se no lugar de usar a renda per capita (y/n), usarmos a renda familiar total (y), ou outras unidades (y/n^e, com e=0,1; 0,5; 0,7 ...); d) os resultados também não se alteram se atribuirmos pesos diferentes para os componentes da família (i.e., decompor o n em número de adultos e crianças); e) a separação entre rural e urbano é relevante, pois, o rural não segue a mesma dinâmica do urbano, há dois períodos de indefinição no meio rural, ou seja, temos que aplicar o teste de segunda ordem; f) a análise regional e estadual ainda está sendo processada.

Nenhum comentário: