domingo, 19 de maio de 2013

O Brasil progressista

Dias atrás, o Adolfo Sachsida expressou sua preocupação com uma eventual adoção de cotas para pesquisadores no CNPq.
A razão para isso foi a obrigatoriedade do preenchimento do campo "raça" no curriculum Lattes.

Infelizmente, isso é factível, uma vez que o CNPq já adota um sistema de cotas. Basta olhar os editais, em especial, o Universal, onde:

Uma parcela mínima de 30% do total de recursos será destina para projetos de pesquisadores vinculados a instituições sediadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste, incentivando a expansão e a consolidação do Sistema Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

A razão para isso é a disparidade dos pesquisadores dessas regiões em relação ao Sul e Sudeste ... blá, blá, blá...
Ou seja, embora possa nao ser regra, esse sistema nao exclui a possibilidade do Conselho financiar uma pesquisa que leva do nada a lugar nenhum, só porque o individuo ensina no Norte/Nordeste/Centro-Oeste. Coitados de nós que necessitamos disso, coitados de nós que financiamos isso.

Contudo, isso nao é o mais grave! Que tal um indivíduo que há anos escreve panfletos políticos, tais como:

Lula e Bush: um alegre faz de conta;
La cara del gobierno Lula;
Pós-Lulismo. Pensando um Outro Brasil;
A Esquerda e o Governo Lula. Pensando um Outro Brasil;
A Direita e o governo Lula;
Dilma as Lula's Successor: The First 100 Days;
Quién le tiene miedo a Lula y a Hugo Chávez;
A Era Chaves - História: a Venezuela antes e depois do surgimento da figura política e da liderança de seu atual presidente.

(Vou parar pois estou enjoado)

Em revistas cientificas de renome como: Carta Capital na Escola, Caros Amigos, Casa de las Américas, Revista Tempo do Mundo, Le Monde Diplomatique (e por aí vai...), conseguir se tornar BOLSISTA DE PRODUTIVIDADE NIVEL 1B?

Pois é, nao é só no twitter que o professor Emir Sader promove seu pensamento progressista. (link do curriculo Lattes AQUI.)







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